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terça-feira, 19 de agosto de 2014
quinta-feira, 22 de maio de 2014
Casa das Artes de Tavira, programa 2014
12 de Julho a 1 de Agosto
- Céu Guarda, Natureza Dupla - fotografia
- Paulo Robalo, Pintar é falar consigo mesmo…. - pintura
2 a 22 de Agosto
- A Pequena Galeria - Colectiva com Agata Xavier, António de Sousa, Bernardo Trindade, Carlos Gonçalves, Carlos Oliveira Cruz, Guilherme Godinho, Luís Pereira - fotografia
- Penny Brewill - gravura
23 de Agosto a 6 de Setembro
- Sobre o Desenho, com Catarina Lopes Vicente, Daniel Fernandes, João Gabriel Pereira
- comissariado de Samuel Rama e Philip Cabau
mais em –> Programa de 2014
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quarta-feira, 11 de setembro de 2013
RÈPLICA na ISUU
A revista ISSU apresenta trabalhos dos participantes na iniciativa Réplica (workshops e masterclasses) que decorreu na Oficina Bartolomeu dos Santos (OBS). de Alexandra Ramires, Ana Eliseu, Bertílio Martins, Daniel Figueiredo, Inês Cóias, Laura Figueiras, Jorge Mestre Simão, Manoela Afonso.
Ver ISSUU 7 . Mais informação em Réplica e OBS.
Ver ISSUU 7 . Mais informação em Réplica e OBS.
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| ISSUU nº7 - RÉPLICA |
segunda-feira, 19 de agosto de 2013
Miguel Portas em Tavira | 22 Ago – 22h
Amigos confirmados (em actualização):
Afonso Dias, Daniel Oliveira, André Portas, João Semedo,
José Delgado Martins, Mariza Matias, José Francisco (Marenostrum),
José Alegre (Fad'Nu), Tó Viegas e Stelmo, e outros.
O evento partiu da iniciativa da Casa das Artes de Tavira e tem a colaboração do núcleo de Tavira do Bloco. Imagens do evento aqui,.
Afonso Dias, Daniel Oliveira, André Portas, João Semedo,
José Delgado Martins, Mariza Matias, José Francisco (Marenostrum),
José Alegre (Fad'Nu), Tó Viegas e Stelmo, e outros.
O evento partiu da iniciativa da Casa das Artes de Tavira e tem a colaboração do núcleo de Tavira do Bloco. Imagens do evento aqui,.
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domingo, 11 de agosto de 2013
Política Cultural para Tavira: José Delgado Martins
No dia 29 de Junho o Presidente da CAT, José Delgado Martins, fez uma intervenção crítica e constructiva acerca da política cultural – passado, futuro e presente – da cidade. Uma das ideias que reaparece é a da Escola de Artes e Ofícios, outra é a de uma Bienal de Gravura. Mais abaixo outras duas intervenções da mesma sessão, de Paulo Teixeira Pinto e Nelson Dias.
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013
Investigando o Algarve Profundo - Luís Fraga da Silva
Descrição sumária (Texto da contracapa)
Este ensaio de geografia histórica descreve o espaço rural de São Brás de Alportel e do Algarve Central, durante o período romano.
É uma síntese interpretativa de nível intermédio, entre as monografias especializadas e as obras de divulgação didáctica, destinada a pessoas diferenciadas e curiosas da história local mas não obrigatoriamente especializadas nos temas tratados.
Aborda selectivamente os principais temas da história política, sócio-económica e religiosa que tiveram relevância no mundo rural da região durante a Antiguidade e os que participaram na transformação dos elementos herdados do mundo romano ao longo do período islâmico, tendo sobrevivido até à época contemporânea.
Procura integrar os sítios arqueológicos conhecidos com a geografia e os nomes dos lugares, tentando associar a sua evolução a esses períodos históricos.
Foca-se na integração do Algarve romano com a Serra e o interior da Lusitânia. Nesse sentido apresenta, em anexo, uma reconstituição cartográfica inédita da ocupação romana do Sul do actual território português.
Apesar das grandes limitações existentes no conhecimento histórico e territorial, o texto descreve uma visão esclarecedora tanto do registo arqueológico local como duma parte importante da história social e económica da região.
PREFÁCIO
A memória dos lugares e a memória das pedras sobrevivem mais longamente à passagem do tempo do que a memória dos Homens. É isso que observamos neste trabalho interessantíssimo de Luís Fraga da Silva, geógrafo/historiador, que, através de uma persistente investigação histórica conjugada com a toponímia e a geografia humana, misturadas com a sua percepção política e economicista, nos ajuda a recuperar essa memória perdida, esses caminhos há muito pisados e percorridos, passando por terras ainda vivas, outras completamente mortas, outras cujo sentido se perdeu.
As passagens naturais por terra, possíveis, do Algarve para o norte, foram
sempre escassas e perfeitamente delimitadas, daí o secular isolamento do
Algarve especialmente em tempos modernos. Pelo mar era tudo mais fácil.
Portanto elas vão, naturalmente, caindo em desuso e as populações que sedesenvolveram à custa desse movimento constante vão, elas também, morrendo aos poucos ou desaparecendo da memória dos homens. A sua funcionalidade ocasional perdeu-se, mesmo aquela mais profunda associada à sacralidade do lugar, a que os Cristãos, na sua ânsia de forçar as populações a esquecer o seu passado religioso, alteraram o cariz. Ficaram os nomes por que eram conhecidas, as ruínas abandonadas, os caminhos desolados.
Ajudado pela toponímia, pela lógica determinante das acções e comportamento humanos, Luís Fraga da Silva vai, a pouco e pouco, desvendando esses hábitos perdidos, qual Sherlock Holmes com a sua lupa distinguindo vestígios indicadores de actos passados. A sua preocupação não se limita apenas àqueles vestígios de populações mais recentes, procura distinguir o que restou do passado pré-Romano, dos lugares de culto aqui existentes, da impressão que montes como o Monte do Figo, o Cerro de S. Miguel necessariamente causaram nas populações do Algarve ou que para aqui se deslocavam, a que poderemos juntar a Serra de Monchique, mas esta localizada já fora do âmbito deste trabalho. Não esquece de salientar os aspectos económico- administrativos, que ao longo de séculos foram alterando a importância. dos sítios e dos lugares e o crescimento ou a decadência das cidades que tiveram alguma importância local. Os períodos Romano, Visigótico e Islâmico
são cuidadosamente escrutinados, não esquecendo de referir o impacto
da Antiguidade Tardia e a confusão estabelecida. Podemos imaginar as perturbações causadas nas populações do Algarve pelos cultos orientais que chegaram à Península através do Norte de África, em que predominaram os Bizantinos ortodoxos e o Cristianismo inflexível, que se impôs brutalmente em todo o lado, exigindo unicamente a aceitação dos ritos aprovados pelos diversos concílios da Igreja. À ocupação visigótica, marcadamente incerta pelas próprias características do reino visigótico, sucedeu-se a islâmica, que, apesar de Árabes e Berberes se terem estabelecido aqui durante 550 anos, quase tanto tempo quanto os Romanos, tem sido teimosamente esquecida.
As transformações implantadas por estes movimentos de povos e suas
características e necessidades reflectem-se também no crescimento das terras e das gentes, nos caminhos e nos acessos preferidos, não totalmente esquecidos e ainda válidos em momentos de fuga ou de perseguição mais recentes ou mesmo actuais.
Tudo isto encontramos no trabalho de Luís Fraga da Silva, obra indispensável para todos os historiadores e políticos interessados nas razões dos comportamentos humanos, na evolução da comunicação entre os povos, nos ransportes de pessoas e géneros, na evolução das terras ou da sua decadência e muito especialmente para os investigadores do Algarve profundo.
Teresa Júdice Gamito
Catedrática de História e Arqueologia
Universidade do Algarve
mais informação em:
http://imprompto.blogspot.pt/2013/01/sao-bras-de-alportel-na-antiguidade-11.html
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sexta-feira, 15 de julho de 2011
OBS – Bartolomeu dos Santos Studio
The reopening of the Bartolomeu dos Santos Studio ( OBS - from the Portuguese, Oficina Bartolomeu dos Santos, sounds like “hobbes”) is well underway. Follow link for more info.OBS - Bartolomeu dos Santos Workshop
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OBS – Oficina Bartolomeu dos Santos: em acção
O processo para a reabertura da Oficina Bartolomeu dos Santos ( OBS ) encontra-se em fase adiantada. Para ler mais, siga o link OBS - Bartolomeu dos Santos Workshop.
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sexta-feira, 1 de outubro de 2010
CAT 2010 - Programa
• A «Casa habitada» — João Hogan , Jorge Vieira , Catarina Baleiras , Vespeira , José Augusto , René Bertholo , José Lamas , Luís Ralha , Rogério Ribeiro , Roberto Barbosa , Miguel D’Alte , Bartolomeu dos Santos , João Vieira e Carlos Afonso Dias , Curadoria de Manuel Augusto Araújo
• «Metamorfose da Habitabilidade» — Margarida Santos, desenho, Miguel Andrade, fotografia, Patrícia Gonçalves, fotografia e instalação, Curadoria de Paula Ferro
• «25 anos de Re-Inícios – Contrastes, Pontes e Uniões» — Carolina Quirino, pintura, Curadoria de Ilídio Salteiro e co-produção da Associação Arte Contempo.
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terça-feira, 31 de agosto de 2010
Além da razão – Carolina Quirino
Vermelho ou preto servem de fundo, de “zero”, para estas pinturas de Carolina Quirino. A partir deste “zero”, também de Malevich, negador da ordem perspéctica, a jovem pintora vai depositando vestígios da exteriorização de uma dialéctica entre continuidade e interrupções, entre presença e ausência. A ordem em si não aparece como um a priori, mas o resultado deste processo dialéctico em cada tela aponta precisamente na direcção de uma ordem simultaneamente continua – as formas orgânicas emergentes das pinceladas - e binária – a factura cromática através de duas cores ( preto e /ou vermelho e/ou branco).
Se a dialéctica é um dos processos da razão, a “tri-aléctica” do conjunto cromático empregue nestas pinturas leva-nos justamente a contemplar uma hipótese além da razão binária, novamente tocando Malevich por este lado, e imergindo no automatismo psíquico surrealista por outro. E é justamente no sentido de uma procura simultaneamente interior — as formas orgânicas – e exterior – a cor binária – para onde vai este trabalho.
mais info: CAT
Se a dialéctica é um dos processos da razão, a “tri-aléctica” do conjunto cromático empregue nestas pinturas leva-nos justamente a contemplar uma hipótese além da razão binária, novamente tocando Malevich por este lado, e imergindo no automatismo psíquico surrealista por outro. E é justamente no sentido de uma procura simultaneamente interior — as formas orgânicas – e exterior – a cor binária – para onde vai este trabalho.
mais info: CAT
segunda-feira, 1 de outubro de 2007
CAT 2007 - Programa
EXPOSIÇÕES
• Nada Mandelbaum – Fotografia
• Miguel Martinho e José Macedo Rodrigues – Escultura
• Inez Wijnhorst – Gravura
• São Trindade – Fotografia
• Colectiva – comissariada por Valter Vinagre
• Ana Vieira – Pintura, instalação
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domingo, 1 de outubro de 2006
CAT 2006 - Programa
EXPOSIÇÕES
• Eyeyeye - «Domingo à Tarde» – Colectiva de fotografia de Alexandre Vaz, Armando Ribeiro, Bruno Lopes, José Bacelar, Miguel Proença e São Trindade
• Joana Vilaverde – «E Ela Dança» Desenho e pintura
• Carla Cerejo – Pintura e gravura
• Alexandre Almeida – «N 10» Fotografia
• Susanne Themlitz – «Themlitzarium» Desenho, escultura e fotografia
• Norman Fraser – «From Place to Process» – Pintura
• Margarida Alfacinha – «Memórias do Milagreiro Mor» – Pintura
Melissa Strawser – «Made in Tavira» Gravura
50 anos de gravura portuguesa - uma plataforma para o futuro
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